/open discovery academy para empresas · um programa da rabbity

a ia já está na mão de quase todo mundo na sua empresa.

maquete de papel: um disco violeta no centro e, em semicírculo, estações de áreas diferentes, cada uma com um módulo índigo ao lado, ligadas ao disco por trilhos violeta.

mas a empresa ainda não capturou o valor econômico. o ganho ficou restrito às pessoas, e o valor está no que elas fazem juntas.

para as áreas da sua empresa descobrirem, juntas, onde nasce o valor da ia.

01o que é

um programa de formação para times de várias áreas.

/o que é

parte da rotina e dos objetivos de cada área.

o open discovery academy para empresas não começa num caso genérico: começa na rotina e nos objetivos de cada área, e provoca essas rotinas a ir além, juntas.

/o que faz

no centro, a operação: as áreas descobrindo juntas, em volta do mesmo cliente.

/as áreas

descobrem, avaliam e validam no mínimo necessário.

/o time de produto

desenvolve e lança.

/todos

leem o número.

/o que chamamos de discovery

descobrir e avaliar a oportunidade certa.

descobrir é opportunity discovery. avaliar é opportunity assessment. problema com fio até o cliente final é discovery: é o que a turma trabalha. problema sem esse fio é eficiência: cabe na residência, na operação ai first.

/para que serve

para as áreas da sua empresa descobrirem, juntas, onde nasce o valor da ia.

cada oportunidade tem um dono, de qualquer área.

02a nova realidade do trabalho

o jeito de trabalhar junto mudou em quatro pontos.

e em cada uma mora uma oportunidade. isso muda o jeito de as áreas trabalharem juntas, e é nessa nova realidade que mora o valor econômico da ia.

/mudança 1

o gargalo mudou.

o custo de construir desabou. o do julgamento humano, não. o gargalo agora é descobrir o que vale construir.

/a oportunidadeescolher melhor o que vale construir, com mais áreas olhando o cliente, e mais cedo.

/no programaproduct sense

/mudança 2

o papel mudou.

a formação e o cargo já não dizem tudo o que cada pessoa consegue fazer. hoje, um time é feito de pessoas e agentes de ia.

/a oportunidademontar o time pelo modo de atuar, com pessoas e agentes lado a lado.

/no programaarquétipos

/mudança 3

o saber preso.

o saber para decidir mora em poucas cabeças. e o contexto fica preso entre as áreas.

/a oportunidadeescrever esse saber em volta da ia, com dono, para todas as áreas lerem.

/no programaagentes de ia

/mudança 4

volume sem critério.

sem critério, a ia multiplica o volume, não o valor. e o trabalho rápido de um vira retrabalho do outro.

/a oportunidadecombinar o critério antes e conferir depois, para multiplicar o valor e não o retrabalho.

/no programacritério

/ver mais · cada mudança, na operação

/o gargalo mudoudurante décadas, construir era o caro. com a ia, a proporção se inverteu: o que pesa agora é descobrir o que vale construir. decidir o que fazer, conferir o que a ia entregou e responder pelo resultado continua sendo trabalho de gente.

/o papel mudoucom a ia, quem é de uma área passa a fazer parte do trabalho de outra: quem atende monta a análise que pedia ao financeiro, quem cuida do marketing resolve o problema de tecnologia que esperava na fila. não é a formação que perde valor. é a pessoa que passa a fazer mais do que o cargo descreve.

/o saber presoquem atende ouve o cliente; quem vende sabe por que ele não compra; quem cuida do jurídico vê o risco antes de todo mundo. é tribal knowledge: um saber que funciona, mas que só existe na cabeça de quem viveu o caso. cada área cuida do cliente da sua área, e o contexto para na passagem de uma para a outra. a ia, usada por cada pessoa na própria mesa, não atravessa essa fronteira sozinha.

/volume sem critérioa pesquisa chama isso de workslop: o conteúdo gerado por ia que tem cara de trabalho bem feito e pouca substância. o ganho de quem produz vira retrabalho de quem recebe, e a confiança entre as áreas cai. não é a ia usada mal. é a decisão tomada sem critério.

/o que separa quem colhe

nas pesquisas, quem relata mais valor mudou o jeito de trabalhar, não só as ferramentas. é correlação em autorrelato, não prova de causa, mas o padrão se repete em fontes diferentes.

03para quem

para quem responde pelo resultado no cliente.

quem traz o programa responde por um resultado que chega ao cliente atravessando áreas: a direção de operações, a de experiência do cliente ou, em empresa média, o ceo. participam pessoas de três a seis áreas, cada uma com o cliente da sua área e o que só a sua cadeira vê.

/o mesmo cliente, dez cadeiras

  1. produto.o que o uso mostra: em que etapa o cliente para e o que ele não chega a usar.
  2. design.como o cliente vive o problema, e não como a empresa se organiza.
  3. tecnologia.o que já existe, quanto custa mudar e onde o sistema trava o cliente.
  4. marketing.como o cliente descreve o problema com as palavras dele e o que ele procura antes de chegar até a empresa.
  5. vendas.por que o cliente não compra e a objeção que volta em toda negociação.
  6. atendimento.o motivo de contato que se repete, a frase exata do cliente e o ponto do caminho em que ele desiste.
  7. logística e campo.onde a promessa feita ao cliente quebra na entrega, e por quê.
  8. finanças.o custo de servir cada tipo de cliente e onde o dinheiro trava.
  9. jurídico.o risco e a restrição que a solução vai encontrar, ditos antes de ela ser desenhada.
  10. pessoas.onde o candidato desiste, pela demora no retorno, antes de chegar à entrevista.

/contribuir para a descoberta não é fazer o produto. é levar o que a área vê do cliente até a mesa em que se decide o que vale construir, com evidência.

/cada oportunidade tem um dono
/o dono · de qualquer árealeva a oportunidade do sinal do cliente até a decisão.

com evidência e com o porquê escrito. é quem vê o problema do cliente de perto e responde por ele.

/o patrocinador · atravessa as áreasdecide, com o time de produto, quais oportunidades seguem.

é quem tira a trava entre uma área e outra. em geral, a liderança de produto.

/o time de produto · ao ladosegue desenvolvendo e lançando.

passa a receber oportunidades que chegam com evidência de várias áreas.

/a fronteira do programa

problema com fio até o cliente final é discovery: é o que a turma trabalha. problema sem esse fio é eficiência: cabe na residência, na operação ai first.

04por que agora

o custo de construir desabou. o do julgamento humano, não.

durante décadas, o caro era construir. com a ia, construir ficou rápido e barato. o gargalo agora é descobrir o que vale construir.

/o que mudou na conta
/o que ficou barato

a primeira versão de quase tudo.

uma tela, um texto, um fluxo, uma análise. o que pedia semanas e um time agora sai em muito menos tempo.

/o que continua caro

escolher o problema errado.

e conferir o que a ia entregou e pôr para rodar algo que funcione de verdade.

/o que isso pede

mais gente olhando o cliente, e mais cedo.

com a construção barata, a escolha do que construir precisa de mais gente olhando o cliente. não só de quem constrói.

/o fundamento

a operação existe para entregar um resultado ao cliente da empresa. toda área presta um serviço que chega a esse cliente, direta ou indiretamente. por isso o gargalo da descoberta não é de uma área só: é de todas que tocam o caminho dele.

/os números de cada pesquisa, com fonte e data, estão nas referências, no fim da página.

maquete de papel: muitos protótipos pequenos espalhados numa mesa; um deles, sobre um pedestal violeta, ligado por um trilho a uma porta.

05a oportunidade

o valor está no que as pessoas fazem juntas.

o ganho, no uso da inteligência artificial, ainda está restrito às pessoas. cada uma resume, escreve e analisa mais rápido, mas o tempo poupado não muda sozinho o jeito como as áreas trabalham juntas.

/a tese

descobrir o problema do cliente que vale resolver pode ser trabalho de qualquer área.

/a área é protagonistana evolução dos próprios serviços.

cada área entra com o que só a cadeira dela vê, e o que ela leva é evidência: o registro, a frase, o número.

/o time de produtosegue com o que é dele.

contribuir para a descoberta não é fazer o produto. as áreas descobrem, avaliam e validam no mínimo necessário; o time de produto desenvolve e lança.

/qualquer área pode começar, em três passos
  1. /01

    estruturar o problema.

    ver o problema como o cliente vive, não como a empresa se organiza, e seguir o caminho inteiro dele, por todas as áreas que ele atravessa.

  2. /02

    estruturar a busca pela oportunidade.

    somar o que cada cadeira vê e transformar em hipótese, proposta e teste.

  3. /03

    validar no mínimo necessário.

    com a ia, prototipar ficou barato. o protótipo está a serviço da descoberta, e a decisão sai com uma régua escrita, comum a todas as áreas.

maquete de papel: módulos índigo numa esteira passam peças em fila até uma mesa de decisão com uma ficha aberta e um carimbo violeta.

06a fronteira

num time de pessoas e agentes, o agente executa.

a pessoa diz onde ele para e responde pelo resultado. o agente só é tão bom quanto o que o time escreveu em volta dele.

/o critério · o que vai para o agente e o que fica com a pessoa
/o agente

executa quando

o que conta como evidência foi escrito antes, numa spec.
outra pessoa ou outro agente consegue conferir contra o critério.
o canal combinado diz quando ele avisa e quando pergunta.
/a pessoa

fica com a pessoa

escolher a oportunidade, com evidência, e explicar por quê.
assinar o que muda na configuração da operação.
responder pelo resultado, mesmo quando a ia fez boa parte da entrega.
/o quanto o agente faz sozinho, combinado ação por ação
/nível 1devolve para você.
/nível 2pergunta antes.
/nível 3age se combinado.
/nível 4age e avisa.
/a regra

spec antes, canais durante, eval depois, registro de volta. e vale para todas as áreas da mesma oportunidade.

07o programa

o programa prepara a operação em dois pilares: postura e conhecimento.

postura: se apaixonar pelo problema do cliente e responder pelo resultado. conhecimento: o que o time sabe e a ia não tem. cada camada da mandala responde a uma dessas mudanças, e no centro está a operação.

t1 · entendert2 · mapeart3 · configurart4 · conferirt5 · multiplicart6 · redesenharspec antescanais duranteeval depoisregistroharness · degrau 03memória · habilidades · protocolos · conexõesloop · degrau 04grafo · degrau 05espiraldegrau 06prototyperbuildersweepergrowermaintainercriaçãodiscernimentoempatiadomínioa operação

/postura · a primeira camada

product sense.

saber descobrir e avaliar a oportunidade certa. é ele que leva o que o time sabe até o problema que vale resolver, área por área.

/ver as quatro capacidades · ou toque no anel
/responde a
o gargalo mudou
/camada
1 de 5, de dentro para fora

/postura · a segunda camada

arquétipos.

o cargo e a formação já não dizem tudo o que cada pessoa faz. o que diferencia é o modo de atuar. quem lidera vê o conjunto: cada pessoa e o que falta. a lacuna é aprendizado, não vaga.

/ver os cinco arquétipos · ou toque no anel
/responde a
o papel mudou
/camada
2 de 5, de dentro para fora

/conhecimento · a terceira camada

agentes de ia.

o agente só é tão bom quanto o que o time escreveu em volta dele. e cada nível dessa configuração amplia o que a ia entrega.

/ver os níveis da configuração · ou toque no anel
/responde a
o saber preso
/camada
3 de 5, de dentro para fora

/conhecimento · a quarta camada

critério.

spec antes, canais durante, eval depois, registro de volta. vale para todas as áreas da mesma oportunidade.

/ver os quatro arcos · ou toque no anel
/responde a
volume sem critério
/camada
4 de 5, de dentro para fora

/a quinta camada

o método.

o caminho da rabbity, em seis marcos de discovery, num ciclo, que junta as quatro respostas numa oportunidade real.

/ver os seis marcos de discovery · ou toque no anel
/responde a
junta as quatro respostas
/camada
5 de 5, de dentro para fora

/a mandala inteira

no centro, a operação.

as áreas descobrindo juntas, em volta do mesmo cliente. cada camada responde a uma das quatro mudanças, e a mandala da operação contém as das pessoas.

/toque num anel da mandala para voltar à camada dele

/a mandala da operação · arraste para ver as bordas

08o formato

uma turma de discovery com várias áreas, e data para terminar.

a turma passa pelos seis marcos de discovery numa oportunidade real, e o patrocinador decide com o time de produto o que segue.

/duração definida no diagnóstico · data e preço sob consulta

  1. /01 · antes de começardiagnóstico e imersão.

    /o que acontecea rabbity conhece as áreas, as boas práticas de cada uma e as oportunidades em que o cliente ainda não está bem servido. depois, a turma entra no método junta.

  2. /02 · numa oportunidade realos ciclos.

    /o que acontececada oportunidade tem um dono. a turma descobre, avalia e valida no mínimo necessário, com critério, e o patrocinador decide com o time de produto.

  3. /03 · o que ficaa banca.

    /o que acontecea turma apresenta a evidência e a decisão de cada oportunidade. depois dela, a operação segue com outra turma ou com a residência, na operação ai first.

/os seis marcos de discovery

/t1 · entender

o que a ia muda na forma de descobrir. cada área testa a ia na própria rotina e vê onde ela ajuda e onde erra.

/t2 · mapear

quem orbita, os sinais e o arquétipo de cada um, num mapa só.

/t3 · configurar

a memória do discovery nas ferramentas da casa. o que a operação descobre fica escrito onde o time já trabalha.

/t4 · conferir

o critério numa oportunidade real, até a decisão. o critério escrito antes, a evidência conferida depois, e a decisão tomada.

/t5 · multiplicar

o rito que funcionou passa para outras áreas. o tribal knowledge deixa de depender de poucas cabeças.

/t6 · redesenhar

a descoberta muda de lugar na empresa. não é fazer o mesmo mais rápido. é mudar onde e com quem a empresa descobre.

maquete de papel: uma mesa central com uma pasta de aba violeta, ligada por trilhos a cinco estações diferentes, cada uma com um módulo índigo ao lado.

09o que está em jogo

o que está em jogo não é uma ferramenta nova.

é gente e agentes de ia, lado a lado. o que o time sabe, escrito em volta da ia.

/toda operação acumula, em quem sabe

a mandala da operação contém as das pessoas.

/o saber da casaescrito, com dono e com o porquê.

cada área guarda anos de casos, exceções e critérios. enquanto isso mora em poucas cabeças, a ia não lê e a descoberta não usa.

/o timequem lidera vê o conjunto.

cada pessoa e o que falta. a lacuna é aprendizado, não vaga.

/a descobertamuda de lugar na empresa.

as áreas descobrem, avaliam e validam no mínimo necessário. o time de produto desenvolve e lança. e todos leem o número.

/o que fica

o que cada volta ensina vira memória da operação. a próxima oportunidade já começa melhor do que a anterior.

10para não confundir

o que o programa não é.

não é um curso de ferramenta.

o que está em jogo não é uma ferramenta nova. o que o time escreve em volta da ia continua de pé quando o modelo muda.

não é fazer o produto.

as áreas contribuem, com protagonismo, para o discovery. o time de produto segue desenvolvendo e lançando.

não é projeto de eficiência.

problema sem fio até o cliente final cabe na residência, na operação ai first.

não troca o que já funciona.

a rabbity conhece as áreas e as boas práticas de cada uma antes de a turma começar.

11perguntas

o que quem decide pergunta antes de trazer o programa.

em três grupos: se serve para a sua operação, como funciona e o que fica.

/serve para a minha operação?

/01

quem traz o programa para a empresa?

quem responde por um resultado que chega ao cliente atravessando áreas: a direção de operações, a de experiência do cliente ou, em empresa média, o ceo. o patrocinador interno é a liderança de produto.

/02

quem participa da turma?

pessoas de três a seis áreas, cada uma com o cliente da sua área e o que só a sua cadeira vê. cada oportunidade tem um dono, de qualquer área.

/03

e o time de produto?

segue com o que é dele: desenvolve e lança. passa a receber oportunidades que chegam com evidência de várias áreas, e decide com o patrocinador o que segue e o que para.

/como funciona

/04

que tipo de problema a turma trabalha?

problema com fio até o cliente final: é discovery. problema sem esse fio é eficiência, e cabe na residência, na operação ai first.

/05

qual a duração, a data e o preço?

a duração é definida no diagnóstico, a partir das áreas e da oportunidade escolhida. a turma tem data para terminar. data e preço, sob consulta.

/o que fica

/06

o que fica quando a turma termina?

a evidência e a decisão de cada oportunidade, apresentadas na banca, e o que cada volta ensinou, escrito como memória da operação. depois dela, a operação segue com outra turma ou com a residência.

12interesse

quer levar para a sua operação? conte para a gente.

nome e e-mail bastam. a conversa é com quem conduz o programa.

/nome
/e-mail de trabalho
/empresa
/cargo
/sua área
/o que procura

13quem conduz

quem desenvolve o método é quem conduz a turma.

sergio coelho, fundador da rabbity.
/sergio coelho · fundador da rabbity

sergio coelho, fundador da rabbity. o método não vem da engenharia de software: vem de mais de vinte e cinco anos liderando times de produto, design e marketing, e as disciplinas que orbitam esses times: pesquisa, dados, conteúdo e operação. formação de origem em design. usa ia no próprio trabalho todos os dias.

/condução · sergio coelho/open discovery academy para empresas · um programa da rabbity

vamos
conversar

conte o momento da sua operação e uma oportunidade em que o cliente ainda não está bem servido. a conversa é com quem conduz a turma.

falar pelo whatsapp

/pelo whatsapp ou por e-mail: sergio@rabbity.co ·

/o que a empresa traz

  1. /01quem responde pelo resultado no cliente.

    a direção que traz o programa, e um patrocinador que atravessa as áreas e decide com o time de produto.

  2. /02pessoas de três a seis áreas.

    cada uma com o cliente da sua área e o que só a sua cadeira vê.

  3. /03uma oportunidade real.

    com fio até o cliente final, em que o cliente ainda não está bem servido. é nela que os marcos se provam.

/referênciasde onde vêm os números e as citações.

/o ganho ficou nas pessoas

80% contra 37%

dizem que a ia melhorou a própria produtividade; só 37% atribuem a ela algum efeito no ebit.

mckinsey · the state of ai in 2026 · ago/2026 · 1.719 participantes em 97 países · autorrelato
89%

dos executivos dizem que a ia não teve efeito na produtividade da empresa nos últimos três anos.

nber · firm data on ai · working paper 34836 · fev/2026 · quase 6.000 executivos em quatro países
74%

do valor econômico da ia fica com 20% das empresas.

pwc · ai performance study 2026 · 1.217 empresas · campo out a nov/2025 · autorrelato

/o gargalo mudou

98% e 91%

a mais de pull requests nos times com muito uso de ia, e 91% a mais de tempo de revisão.

faros ai · the ai productivity paradox · jul/2025 · mais de 10 mil desenvolvedores em 1.255 times · dado de times de software, não de toda a empresa

/o papel mudou

43,5%

do uso de ia ligado a um ofício é trabalho de outro ofício; no atendimento, 77%; no marketing, 53%.

openai · work at the frontier · jul/2026 · mais de 800 mil mensagens nos eua · dado de uso, não de resultado

/o saber preso

67% contra 32%

dos fatores que explicam o impacto relatado da ia, os da organização pesam 67%; os individuais, 32%.

microsoft · work trend index 2026 · mai/2026 · 20 mil usuários de ia em 10 países · autorrelato, correlação

/volume sem critério

52,7%

dizem já ter mandado aos colegas material feito com ia sem revisão.

betterup labs e stanford social media lab, citada pela fortune em 17/09/2026 · 962 trabalhadores nos eua · autorrelato
3,4 h

por mês gastas, em média, por quem recebe esse material para consertá-lo.

mesma pesquisa · autorrelato
“

a gente chama de slop grenades: o que as pessoas jogam umas nas outras.

tobias lütke · ceo da shopify · the knowledge project, citado pela fortune em 17/09/2026 · tradução nossa

/o que separa quem colhe

3/4 contra 1/4

dos high performers redesenharam fluxos de trabalho por causa da ia; entre os demais, um quarto.

mckinsey · the state of ai in 2026 · ago/2026 · autorrelato
67% contra 43%

veem melhora mensurável no negócio quando a empresa redesenha processos; quando só distribui ferramentas, 43%.

bcg · ai at work 2026 · 03/06/2026 · 11.749 trabalhadores em 14 mercados, brasil incluído · autorrelato
“

a primeira onda da ia se concentrou na produtividade individual. a próxima vai precisar transformar o trabalho coletivo.

vinciane beauchene · bcg · ai at work 2026 · tradução nossa
776

profissionais da p&g num experimento: com ia, p&d e negócio passaram a propor soluções mais equilibradas.

dell'acqua, mollick e outros · the cybernetic teammate · nber w33641 · 2025

/de onde vem o método

product sense

as quatro capacidades.

síntese da rabbity a partir de jules walter (2021) e shreyas doshi (2026)
arquétipos

os cinco modos de atuar.

boris cherny · anthropic · entrevista à inc. · 07/07/2026
os seis marcos

de discovery, para a operação.

a partir da trilha da pessoa da rabbity (25/09/2026)
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