/workshop ai-first · marketing · 1,5 dia presencial + 2 semanas no fluxo real

marketing
ai-first

Maquete de papel com cinco estacoes do ciclo de marketing conectadas por trilhos violetas e pontos de aprovacao.

a ia já produz. o seu time de marketing precisa aprender a operá-la: em 1,5 dia, técnica, método e o harness aplicados ao ciclo real da operação; nas duas semanas seguintes, o que aprendeu vira arquivos, regras e rotina.

ai-first: a ia executa dentro de regras escritas e uma pessoa confere o resultado.

/para quemmarketing, growth, marca, crm e bi
/formato1 semana de preparação · 1,5 dia · 2 semanas na rotina
/saídamétodo, mural, pasta de trabalho e plano

/01 · o problema

a ia chegou à operação de marketing. o critério e a capacitação para operá-la, não.

a ia entrou pela peça: o lote sai em segundos. decidir o que pedir, conferir o que voltou e escrever o que a ia deve ler antes continuam com a pessoa, e quase ninguém foi preparado para isso.

/a ia acelera

trabalho que pode ser executado.

gerarpeça, e-mail, push, landing
escrevero brief a partir do histórico
segmentarpúblico e canal
lero painel da semana
/a pessoa responde

julgamento que não se terceiriza.

qual sinal vira ação?a prioridade
qual número deve se mover?a meta
o que sai com a marca?o claim e quem assina
o que vira regra?a decisão
6%dos profissionais de marketing têm a ia dentro do fluxo de trabalho. o resto usa por fora, avulso.80% sentem pressão para adotar. quase ninguém mudou como trabalha.

autorrelato · supermetrics · 2026 marketing data report · campo out–dez/2025 · n=435 em 5 países · a supermetrics vende infraestrutura de dados de marketing

7 em 10de quem usa ia no trabalho abre um chat público e gratuito, sem nada da operação escrito em volta.é o primeiro degrau da escada, e é onde quase todo mundo está.

autorrelato · kpmg e universidade de melbourne · campo nov/2024–jan/2025 · base: quem usa ia no trabalho, dentro de 32.352 empregados em 47 países

13 pontosseparam o mesmo agente antes e depois, sem trocar de modelo. mudaram só o que está escrito em volta dele.de 52,8% para 66,5% de acerto. a ferramenta era a mesma o tempo todo.

medição · langchain · fev/2026 · 89 tarefas do terminal-bench 2.0, modelo fixo em gpt-5.2-codex · a própria langchain avaliando o próprio agente

30%dos cmos dizem ter a base montada para escalar ia. os outros 70% querem liderar sem ela.a ambição existe; a configuração não.

autorrelato · gartner · cmo spend survey · release mai/2026 · resposta de cmos sobre a própria empresa

60%das empresas investiram em ia e não colheram valor material nenhum. só 5% colhem em escala.o dinheiro entrou. o resultado não veio, porque o trabalho continuou igual.

autorrelato · bcg · the widening ai value gap · set/2025 · n=1.250 executivos em 68 países · a bcg vende transformação de ia

4,5 de 7é a nota que as próprias lideranças dão à capacidade de garantir que o que a ia produz serve à marca.ninguém escreveu o critério para conferir o que volta.

autorrelato · the cmo survey · jan/2026 · n=308 · duke, deloitte e ama

/o alerta

o gargalo mudou de lugar.

produzir era o caro. com a ia, o lote sai em segundos, e o que não acelera é decidir o que pedir, com que número, e conferir o que voltou contra a marca. um brief vago vira um lote inteiro de peças vagas, e uma regra que ninguém escreveu vira o mesmo erro em todas elas, com a coerência do lote servindo de falso selo de revisão. é por isso que o workshop constrói o harness sobre o brief e a checagem, que é onde a decisão acontece.

/leitura da rabbity · sem número; o número do seu time entra no mural

/02 · o método, aplicado a marketing

o workshop leva o time ao degrau do harness. é o que prepara os degraus seguintes.

harness é o conjunto de arquivos e acessos que a ia consulta antes de produzir. o workshop não promete instalá-lo inteiro em um dia e meio: prepara o time para construí-lo na rotina. e é o harness que torna possível o loop, o grafo e o sistema que melhora o sistema.

/01prompt.

a pessoa conduz cada passo; nada sobrevive ao fim da conversa.

/02contexto.

documentos e dados dentro da conversa; o que importa se perde no volume.

/03 · o workshop leva até aquiharness.

o critério passa da conversa para arquivos que o time mantém.

/04loop e grafo.

a ia roda numa cadência e em várias frentes, sobre as mesmas regras.

/05o sistema que melhora o sistema.

a ia propõe mudanças no próprio harness, com critério escrito fora dela.

quatro pilares. duas transversais atravessam os quatro.

cada pilar resolve uma falta concreta do trabalho. a especificação e a medição impedem que os arquivos virem só documentação.

/memóriao que a área sabe.regras de marca, histórico de campanha, naturezas de briefing, concorrência por faixa. é o conhecimento tribal da área, escrito.em marketingo claim que o jurídico retirou, com a razão e o que se usa no lugar.
/habilidadescomo a área faz.tarefas recorrentes num formato que a ia executa igual toda vez.em marketingescrita do brief, leitura de concorrência, checagem antes do disparo, leitura semanal de erro.
/protocolosonde a ia para.o que faz sozinha, o que a pessoa supervisiona, quem assina.em marketingquem assina a peça; quem redige não confere; quando um sinal vira estudo.
/conexõeso que a ia acessa.dados e sistemas que passaram pela verificação.em marketingo painel de performance, o crm, a pasta de ativos e o catálogo de produtos.
/especificaçãoo brief executável: hipótese, público, peça, canal e o número que deve se mover.
/mediçãoo número declarado na etapa 02, conferido na etapa 05.

/03 · no ciclo de marketing

o time percorre o próprio ciclo, do sinal ao retorno. o harness sai de cada etapa.

os nomes se calibram por time: num time digital a etapa 03 é a campanha; num offline, o projeto; em quem atende canal, o pedido. o número de etapas não muda: é o número de pontos onde alguém precisa assinar. em cada uma, o que a ia faz, o que a pessoa decide e o que fica escrito.

/01

o sinal.

/a ia faz

peneira o painel e propõe hipóteses.

/a pessoa decide

qual hipótese vira ação.

/fica escrito

a regra de triagem.

/02

a ação.

/a ia faz

escreve o brief a partir do histórico.

/a pessoa decide

o número que deve se mover, e em quanto tempo.

/fica escrito

o brief executável, com o número de hoje.

/03

o projeto.

/a ia faz

produz o lote: peça, e-mail, push, landing.

/a pessoa decide

o que sai com a marca, e o que é cortado.

/fica escrito

as habilidades e a memória de marca.

/04

a prova.

/a ia faz

confere cada peça contra as regras escritas.

/a pessoa decide

o claim, o uso de marca e quem assina.

/fica escrito

a checagem antes do disparo.

/05

o retorno.

/a ia faz

compara o número declarado com o resultado.

/a pessoa decide

o que vira regra, e o que é descartado.

/fica escrito

a decisão com a razão.

/o ciclo fecha

o registro do resultado abre a próxima rodada, sem depender da lembrança de alguém. e nada gasta dinheiro, manda e-mail para gente real ou publica página sem a aprovação de uma pessoa.

/as etapas usam os nomes que o seu time já usa · o ciclo é o dos workshops de marketing da rabbity

/04 · os instrumentos

um arquivo conduz. o mural mapeia. o harness fica.

o método deixa de depender de quem facilitou: o próprio sistema conduz a próxima rodada, na rotina do time.

marketing-ia/ ├─ COMECE-AQUI.md ├─ ONDE-PAREI.md ├─ o-que-a-area-tem/ ├─ memoria/ habilidades/ protocolos/ └─ mural.md protocolos/ habilidades/ memoria/regras-de-marca.md
/01 · conduz

o arquivo que conduz a instalação.

o roteiro que a ia lê para perguntar, registrar e continuar de onde o time parou. é o que faz o método se repetir sem a rabbity na sala.

/02 · mapeia

o mural.

as cinco etapas, onde trava, o que já existe e o que precisa virar arquivo. preenchido no dia 1, refeito na rotina.

/03 · fica

o harness.

os arquivos que saem do mural, com dono, validade e fonte: o brief, a checagem, quem assina. no dia 2 cada pessoa experimenta um; os de verdade entram nas duas semanas.

/05 · o formato

aprender na sala. escrever na rotina.

o dia e meio dá linguagem, método e técnica. as duas semanas seguintes transformam isso em trabalho real, no lote da semana e no e-mail que já estava na fila, com apoio escrito e uma devolutiva no fim.

/1 semana · antespreparar.

levantamento assíncrono, a frente que mais dói (o lote, o brief, a leitura de resultado) e a verificação de prontidão de dados.

/dia 1 · ~8hentender e mapear.

o time aprende o harness e desenha o ciclo real no mural, do sinal ao retorno.

/dia 2 · ~4h30praticar a técnica.

cada pessoa escreve um arquivo de uma rotina real: o brief, a checagem, quem assina. exercício sobre o trabalho de vocês.

/2 semanasescrever na rotina.

o time refaz o mural e escreve os arquivos em demandas reais, com devolutiva estruturada no fim.

/a verificação de prontidão de dados · quatro perguntas por fonte, antes de conectar: existe? · acessível sem alguém exportar? · legível? · recorrente? · debate de mais de um minuto é amarelo, e amarelo vira pendência com dono

/06 · o que fica

o time sai com capacidade e com quatro instrumentos que continuam valendo.

quatro saídas concentram o que precisa sobreviver ao workshop e continuar útil quando a rabbity não estiver mais na sala.

/01

letramento e técnica.

cada pessoa entende o harness e sabe escrever um arquivo com dono, validade e fonte.

/02

mural da operação.

o diagnóstico feito pelo próprio time: onde trava, o que já existe e o que se refaz toda semana: o brief, a revisão de marca, o relatório.

/03

pasta de trabalho.

o arquivo que conduz a instalação, as referências e os primeiros arquivos do harness: a memória de marca começando a existir.

/04

plano de duas semanas.

qual etapa entra primeiro, quem escreve, quem assina e o que ainda depende de dado ou acesso.

/ao fim do dia e meioo time explica o harness, o mural está preenchido e a pasta está nas mãos de quem opera.
/ao fim das duas semanaso mural foi refeito na rotina e ao menos um arquivo por frente está escrito com o condutor e em uso.

/07 · o combinado

seis compromissos, ditos na primeira conversa.

para o workshop começar do tamanho certo e sem promessa que não cabe em um dia e meio.

o que fica é método, e ele vale com qualquer ferramenta.

o harness é escrito em volta do modelo, não dentro dele: a ferramenta pode mudar sem reescrever o método.

o julgamento fica com quem responde pela marca.

a ia gera, segmenta e confere o que é objetivo. o claim, o uso de marca e quem assina continuam com a pessoa.

o time escreve; o time fica dono.

a ia estrutura, o time preenche e assume, com as próprias palavras.

o número declarado antes, conferido depois.

o número de hoje é declarado na etapa 02 e conferido na etapa 05, no mesmo campo.

conexão com dados só depois de uma verificação.

o painel, o crm, a pasta de ativos e o catálogo entram depois das quatro perguntas; o resto vira pendência, com dono.

capacidade, não corte.

o ganho é de capacidade de atender demanda. 49% dos anunciantes dizem que a ia permite fazer mais sem reduzir o gasto com terceiros (ana · state of in-housing · 2026 · n=404).

todo número desta página tem fonte, ano e amostra quando a fonte a declara. o que não couber nas duas semanas fica registrado como pendência, com dono.

Sergio Coelho, fundador da Rabbity, com as mãos apoiadas sobre a mesa em um ambiente de trabalho criativo.

/08 · quem conduz

quem desenvolve o método conduz o workshop.

sergio coelho, fundador da rabbity. mais de vinte e cinco anos com produto, design, marketing e estratégia digital, e formação de origem em design. usa ia no próprio trabalho todos os dias, com o mesmo método aplicado aqui.

vamos
conversar

a conversa começa pela etapa que mais trava hoje, o que já foi tentado e o que o time refaz a cada vez.

falar pelo whatsapp

/resposta no mesmo dia útil · escopo base: um ciclo, até 15 pessoas em frentes de 2 a 4