/conteúdo · /a estratégia editorial da rabbity, aberta

o que a casa
publica, e por quê

a rabbity vende procedência. então a estratégia de conteúdo não fica na gaveta: está aqui, com o território que a casa ocupa, a espinha que organiza tudo, os seis territórios, o ritmo e a régua que vale contra a própria casa. quem lê sabe de onde vem cada peça antes de ela sair.

1
/espinha: a escada, a mesma do artigo, da palestra e do workshop
6
/territórios em três blocos, cada um com a munição declarada
2
/peças por semana: uma autoral, uma ponte para uma fonte que a casa cita
01/o território

o que está escrito em volta do modelo.

não é "ia para marketing" nem "ia para produto". esses territórios estão saturados e são genéricos. o recorte da casa é mais estreito e mais defensável: o harness, a memória da operação e a verificação. a ferramenta é a mesma para todo mundo; o que separa quem captura valor é o entorno.

a frase que organizao teste de cada peça
"a ferramenta é a mesma para todo mundo. o que separa é o que está escrito em volta dela."se eu apagar a palavra "rabbity", o argumento continua de pé? se sim, é conteúdo. se não, é anúncio.
o site é o registro amplo: quatro produtos, um método.o conteúdo opera na cunha: o entorno do modelo, com a memória da operação como ponta de lança.
a página da rabbity publica. o sergio compartilha, com duas ou três linhas próprias.a página é a dona do conteúdo; o perfil é onde entra a opinião.
o modelo é commodity e melhora sozinho a cada poucas semanas. todo concorrente tem o mesmo. o que a casa escreve é sobre a parte que não vem numa assinatura.
02/a espinha

a escada: cinco degraus em três anos.

a habilidade que dava vantagem trocou cinco vezes em três anos, e a maior parte das operações parou na primeira. cada degrau existe porque o anterior quebrou. é a mesma escada do artigo, da palestra e do dia 1 do workshop: escreve-se uma vez, serve nos três.

/2023

prompt.

a pergunta certa numa janela minúscula. o limite: nada sobrevivia ao fim do chat.

o estado da arte era o prompt perfeito
/2024–25

contexto.

dar ao modelo o material certo: busca, conectores, arquivos. o limite: em tarefa longa o sinal afunda, e o corpus de saída não guarda o corpus de decisão.

onde a maioria está, e acha que já subiu
/2026 · aqui

harness.

o ambiente em volta: o que o agente lê antes, a rotina escrita, a regra que trava. o limite: exige operação. montar é fácil; manter é o trabalho.

o que a rabbity instala
/horizonte

loop e grafo.

o ambiente numa cadência, com quem redige separado de quem audita; depois em paralelo. o limite: sem harness, o loop roda sem gabarito.

exige o degrau anterior
/degrau novo

o sistema que melhora o sistema.

o alvo de otimização passa a ser o próprio entorno. o limite: só funciona onde existe régua. e o nome é nosso: a literatura ainda não convergiu num rótulo.

langchain: 52,8% → 66,5% sem trocar o modelo

o destino não é o degrau de cima. é a verificação, e é ela que torna qualquer degrau confiável. um sistema que se melhora sozinho otimiza exatamente o sinal que você deu a ele.

o salto da langchain é de março de 2026, no terminal-bench 2.0, mexendo só em instruções, ferramentas e ganchos de verificação. a progressão do que se otimiza (prompt → contexto → fluxo → o código do entorno → o código que otimiza o entorno) é de lilian weng, julho de 2026.
03/os territórios

seis territórios, em três blocos.

cada território declara três coisas: a pergunta que ele responde, a munição que a casa tem para respondê-la, com fonte, e para quem ele fala. as peças rotacionam entre os seis; nenhum é anúncio de produto.

//bloco a · diagnóstico
01
/o gargalo mudou de lado

o modelo é commodity. o gargalo foi para o harness.

a perguntase todo mundo tem a mesma ferramenta, por que os resultados são opostos?
a munição9% × 56%: só 9% das empresas brasileiras redesenham fluxo de trabalho por causa da ia, contra 56% das de alta aptidão (pwc, pesquisa de aptidão para ia, fev/2026, 1.217 empresas). quase todo mundo usa; quase ninguém captura.
para quemliderança de produto, marketing e operação que já comprou a assinatura e não viu o resultado
02
/a escada

cinco degraus, e por que a maioria parou no primeiro.

a perguntaem que degrau a sua operação está, e o que quebrou no anterior?
a muniçãoa escada inteira (seção 02). 52,8% → 66,5% sem trocar o modelo (langchain, mar/2026). o quinto degrau com o nome declarado como nosso.
para quemquem precisa de uma régua para explicar por que "a gente já usa ia" não é resposta
//bloco b · o que se instala
03
/memória da operação

a ia não cria o problema. ela multiplica o que já havia.

a perguntao que a operação sabe sobre si mesma, e onde isso está escrito?
a muniçãocorpus de saída × corpus de decisão. −9,5% / +6,5%: guardar a experiência bruta piorou a adaptação, guardar o aprendizado abstraído melhorou (hu, long e wang, ntu, arxiv 2604.27003, abr/2026; ambientes de agente, a direção transfere e a magnitude não). 4,5 de 7 na capacidade de garantir que o que a ia produz serve à marca, era 4,3 (the cmo survey 2026, duke, deloitte e ama, n=308). as sete perguntas que a operação não responde sobre si mesma.
para quemtimes de marketing e produto com mais de um fornecedor e mais de uma versão da verdade
04
/verificação como destino

loop sem gabarito multiplica erro.

a perguntao que você mandou fazer, e como você soube que estava bom?
a munição80% × 10%: 80% dos profissionais de marketing acham que escrevem bons briefings, 10% das agências concordam (betterbriefs com ipa e aana, 2021, 1.700+ respondentes, 70+ países). o sistema otimiza o sinal que você deu; as pessoas sobem no sistema, não saem do circuito.
para quemquem responde por uma marca e vai assinar o que um agente produziu
05
/instalação, não educação

o que sobra na segunda-feira.

a perguntao que o time consegue fazer amanhã que não conseguia ontem, sem orçamento novo e sem ti?
a muniçãoo que saiu das salas, anonimizado: o mural com as palavras do próprio time, a fila com dono e data, os três movimentos do dia seguinte. tutorial, não manchete. cohort genérico ensina ferramenta, e ferramenta tem vida útil de semanas.
para quemquem já assistiu a palestra e quer o passo a passo
//bloco c · o limite
06
/a promessa que não fazemos

o que a memória e o harness não resolvem.

a perguntao que esta casa não vai te prometer, dito na primeira conversa?
a muniçãomemória não é dado nem atribuição; não institui autoridade; não devolve orçamento. 82% × 26%: 82% dos líderes concordam que dado limpo e processo definido vêm antes de escalar ia, e só 26% têm mecanismo de cobrança (leandata, abr/2026, 201 líderes, empresas de 2.500+). 49% dizem que a ia permite fazer mais sem reduzir o gasto externo (ana, state of in-housing, jul/2026, n=404).
para quemquem está cansado de folheto e quer saber onde a coisa não funciona antes de comprar
/as lentes

quatro linhas, uma por peça.

os territórios são funções. as quatro linhas de produto (produto, marketing, liderança e operação ai-first) são lentes: cada peça diz para qual time fala, sem virar anúncio da linha.

/os anexos

o que já existe, numa tela.

cada peça pode levar um material próprio para aprofundar: a tira da escada, o diagnóstico de degrau (três perguntas), as sete perguntas que a operação não responde, o modelo de cabeçalho de objeto (dono, validade, fonte, fato ou hipótese). material de sala só anonimizado e com aprovação escrita.

04/o ritmo

duas peças por semana. uma autoral, uma ponte.

a cadência que uma página nova aguenta e que o próprio linkedin recomenda. os territórios rotacionam; os números só entram com fonte, ano e tamanho de amostra.

quando e o quêcomo
terça · peça a · autoral. um território por vez, pela página da rabbity.post de 1.200 a 2.000 caracteres ou artigo. o sergio compartilha no mesmo dia, com duas ou três linhas dele.
quinta · peça b · ponte. uma fonte que a casa cita, com posição.anthropic, langchain, lilian weng, zhou et al., pwc, cetic.br. curadoria com opinião, nunca link seco.
mensal · artigo longo. a peça que junta um bloco inteiro.o primeiro é o da escada, publicado pela página em 2 de setembro de 2026.
toda peça passa por três lentes antes de sair: relógio (cabe no formato e no tempo de leitura), procedência (cada afirmação tem lastro) e iniciante (quem chega sem contexto entende).
05/a régua

a régua vale contra a própria casa.

a rabbity vende procedência. então o que vale para o cliente vale para o conteúdo, e esta parte existe para dizer as regras antes que alguém pergunte.

/o que entra

com lastro, sempre.

  • número só com fonte, ano e n. quando a aritmética é nossa, o texto diz que é nossa.
  • o que ainda não rodou em sala é dito como tese, nunca como prática.
  • frase da casa tem arquivo atrás. se soa como a casa e não está escrito em lugar nenhum, não existe.
  • nome de produto só quando a página do produto existir. até lá, o tema tem nome comum.
  • "o sistema que melhora o sistema" é nome nosso, e cada peça que o usa diz isso.
/o que não entra

e é honesto dizer.

  • cliente nomeado sem aprovação escrita. o caso entra como "um time de marketing de uma indústria brasileira".
  • número que não passa em conferência: amostra não probabilística, fonte única sem data, relatório cuja existência não foi confirmada.
  • fonte de concorrente reescrita como se fosse nossa. reconstruímos a partir da fonte primária.
  • hype. nada de "alavancar", "revolucionário", "game-changer". os números vêm com contrapeso.
  • promessa de economia de fee. a memória tira o retrabalho de recontar contexto, não a decisão de contratar produção.
de quem é o conteúdo. a página da rabbity é a dona. quem compartilha agrega o próprio comentário. parceiros que distribuem uma peça o fazem pela página deles, com o complemento deles, e isso fica dito no post, não no corpo do texto.
06/o que já saiu

a primeira peça, e onde acompanhar.

/artigo · 2 de setembro de 2026 · pela página da rabbity a ferramenta é a mesma para todo mundo. o que separa é o que está escrito em volta dela. cinco degraus em três anos, e por que o mais novo é o melhor argumento a favor da parte chata: escrever a régua. com o teste de um minuto que diz em qual degrau a sua operação está.
ler no linkedin

em qual degrau a sua operação está?

o que sobrevive quando a conversa fecha? o que o modelo lê antes de responder, e quem escolheu? o que está escrito que ele obedece antes de gerar, e quem confere depois? diga onde parou. é por aí que a conversa começa.

/onde
linkedin, pela página da rabbity, com o comentário do sergio no perfil
/ritmo
terça autoral, quinta ponte, um artigo longo por mês
/régua
fonte, ano e n em todo número; o que não rodou é dito como tese
//as linhas de produto