/residência de fde fracionado na sua operação · /formato desenhado no diagnóstico

operação
ai-first

um especialista sênior em operação ai-first, embedded no modelo forward deployed, pela fração de tempo que o diagnóstico definir. constrói e versiona o harness que faz a ia funcionar no trabalho real (agentes, skills, protocols, evals, automações), na sua infraestrutura. o que exigir código custom é especificado com o seu time de engenharia, que constrói. instala harness e autonomia, não software e dependência.

2
/fases · residência embedded + loop mensal
1-2
/squads por residência · a menor unidade de entrega de ponta a ponta
0
/lock-in · critérios de saída explícitos no contrato
01/o gargalo

o modelo não é o gargalo. a operação real é.

os modelos melhoram todo mês, sozinhos. o que separa piloto de resultado é o resto: fazer a ia funcionar dentro da infraestrutura real, com sistemas legados, regras de segurança, dados bagunçados e o jeito particular como o seu time trabalha. é nesse last mile que a maioria dos projetos morre.

/o dado
95%

dos pilotos enterprise de ia não geram impacto mensurável em p&l, segundo estudo da mit nanda initiative sobre cerca de 300 projetos.

mit nanda initiative, via the new stack · 2026
/a leitura

o problema quase nunca é o modelo.

é a distância entre a demo e a operação: contexto que não está escrito em lugar nenhum, processo que só existe na cabeça de alguém, integração que ninguém quer encostar, e nenhum dono claro do resultado. resolver isso não é comprar ferramenta: é trabalho de engenharia dentro de casa, com quem opera.

02/a função

o mercado já criou a função pra esse gargalo: o fde.

forward deployed engineer: o engenheiro sênior que trabalha dentro do cliente, alternando entre escrever código de produção e definir escopo com quem opera. a palantir criou o papel; em 2026 ele virou padrão dos maiores players de ia.

/2019 · palantir

a origem do papel

a palantir divide a engenharia em "devs" (uma capacidade, muitos clientes) e "deltas", os fdes: um cliente, muitas capacidades, dentro do ambiente do cliente.

blog.palantir.com · dev versus delta
/mai 2026 · openai

a deployment company

unidade dedicada, com mais de us$ 4 bilhões de investimento inicial, pra colocar fdes dentro de organizações e fazer a ia gerar valor na operação.

openai.com · anúncio oficial
/2026 · anthropic

founding fdes

a anthropic contrata fdes pra construir aplicações de produção dentro dos sistemas do cliente, entregando "mcp servers, sub-agents, and agent skills".

greenhouse oficial · job description
/abr 2026 · ey

a consultoria global entrou

a ey formalizou a função fde no reino unido e irlanda. quando a big four cria o cargo, a função deixou de ser nicho.

ey.com · newsroom
a rabbity toma emprestado o modelo, não o cargo. residência forward deployed, fracionada: alguém sênior embedded na sua operação, pela fração de tempo que o diagnóstico definir, sem o custo de contratar um perfil raro e disputado e sem assinar o pacote (e o roadmap) de um vendor. o perfil que entra é deliberadamente outro: método, não código. quem detalha isso é a seção /quem conduz.
03/a diferença

o modelo do fde. a lealdade, à sua autonomia.

todo mundo agora vende "ia na sua operação". a diferença aparece quando você pergunta a quem o trabalho responde no fim: ao roadmap do vendor, ao relatório, ao contrato de horas, ou à autonomia do seu time.

/dimensão fde de vendor consultoria tradicional bodyshop residência rabbity
/o que entrega sistema do vendor rodando no cliente recomendação (slides) horas de engenheiro harness instalado + time operando
/lealdade ao roadmap do vendor ao relatório ao contrato de horas à autonomia do seu time
/código e setup sim, no stack do vendor raramente sim, sem transferência sim: memory, skills, protocols, gates, evals no seu repositório · código custom especificado com o seu time
/critério de fim renovação (stickiness) entrega do relatório renovação critérios de saída explícitos: o time dirige sozinho
/lock-in alto, por design n/a n/a nenhum · neutro de ferramenta
04/o que se instala

instala harness, não software.

a residência constrói e versiona o harness da sua operação: agentes, skills, protocols, evals e automações de workflow, montados com as ferramentas que o seu time já usa e conectados via mcp, no seu repositório, na sua infraestrutura. o que exigir código custom é especificado com o seu time de engenharia (spec executável, protocols, gates) e construído por ele: o código do produto core continua com quem sempre foi dono dele. esse recorte é a promessa: nada de virar bodyshop, nada de dependência.

harness da operação
instalado por squad
memoryo estado e o contexto da operação, consultáveis
contexto do negóciodecisõesaprendizados
tribal consultável
modelopesos · commodity
skillsprocedimento, heurística e restrição codificados
procedimentoheurísticarestrição normativa
tácito codificado
protocolsos contratos de interação da operação
agente ↔ usuárioferramentas (mcp)aprovações
improviso contrato
1 loop · controle 2 sandbox 3 gates de aprovação 4 observabilidade 5 permissões 6 orçamento de contexto

seis dimensões de runtime governam a operação: é o rigor que separa harness de "chatbot instalado". riscos reais (memory poisoning, injeção via skills) são nomeados e mitigados por design, não descobertos em produção.

/a escada

copilot → autopilot, com gates

cada workflow entra na escada no degrau certo. subir de degrau é decisão de governança, com gate e critério, não acidente de entusiasmo.

/o padrão

executor + advisor

quem faz separado de quem julga, inclusive na arquitetura dos agentes instalados. é o que mantém qualidade quando a velocidade sobe.

/o critério

de andaime a infraestrutura

o harness instalado é organizacional: "o que nós sabemos", versionado e compartilhado. não é a ferramenta pessoal de um entusiasta.

o que se instalao harnessmemory · skills · protocols, com gates e evals, versionados no seu repositório.a fundação
o que ele destravaloopsworkflows que rodam, medem e melhoram em cadência, operados pelo seu time.a operação que aprende
o que vem depoisescalanovos squads e novos workflows sobre a mesma fundação, sem recomeçar do zero.o horizonte

o entregável não é um conjunto de automações. é a fundação pra loops.escalar vira repetição sobre a mesma base, não reinício

o vocabulário não é nosso, é do mercado. jack dorsey chama o goose, o agente interno da block, de "harness" na entrevista oficial da sequoia. e a sequência da block é instrutiva: 60% da força de trabalho usava o harness semanalmente em julho de 2025, antes da reorganização de 2026. instala-se a infraestrutura antes de mexer na estrutura. a tese "organização como inteligência" segue sendo visão declarada da block, não resultado comprovado; citamos como visão. fontes: block.xyz · sequoia capital
05/o diferencial

accountability por design.

as tentativas famosas de operar com menos hierarquia (haier, zappos, valve, spotify) não quebraram por falta de informação circulando. quebraram por falta de accountability: quem decide, quem responde, quem é dono do resultado. a ia resolve bem o roteamento de informação; não resolve, por natureza, a responsabilização. por isso o harness rabbity a instala por design.

/01

gates de aprovação

autonomia sobe degrau por degrau, e cada degrau passa por um gate com dono humano definido. quem aprova o quê fica escrito, não subentendido.

/02

protocols como contrato

a interação entre agentes, ferramentas e pessoas é contrato explícito e auditável. quando algo dá errado, dá pra reconstruir o que aconteceu e por quê.

/03

executor + advisor

quem faz separado de quem julga, na arquitetura dos agentes e no desenho da operação. crítica independente embutida, não opcional.

não vendemos "elimine seus gerentes". vendemos a infraestrutura de coordenação que deixa claro quem responde pelo quê em cada degrau da escada de autonomia.

06/como funciona

residência + loop. o formato sai do diagnóstico.

o esqueleto é fixo: um diagnóstico que desenha o formato, uma residência embedded com tempo definido, e um loop mensal que mantém tudo vivo. fração de tempo, duração e presença são calibrados caso a caso, no diagnóstico.

00
o ponto de partida
diagnóstico

diagnóstico da operação

quem vem de um workshop rabbity já chega com ele pronto: canvas de dores, mapa de squads, maturidade. quem entra direto começa por aqui. é o diagnóstico que desenha o formato da residência: fração, duração, presencial e remoto.

01
embedded · tempo definido
a residência

o harness instalado por squad

1 a 2 squads por vez, sessões de trabalho no ambiente real: trava e conserto no mesmo bloco, sem aula. você sai com o harness versionado no seu repositório, 2 a 3 workflows rodando na escada com gates, evals dos fluxos críticos e um playbook escrito com o time, não para o time.

02
mensal · aberto, com porta de saída
o loop

o harness vivo

cadência de sessões de trabalho + canal assíncrono com sla definido. a fronteira de modelos, ferramentas e processos se move todo mês; acompanhar isso sozinho é um trabalho em si. o loop existe pra digerir essa mudança com critério.

harness sem manutenção apodrece
/o loop entrega

manutenção viva

telemetria do harness revisada, evals rodando, o que quebrou consertado. o harness continua confiável conforme a operação muda.

/o loop entrega

a escada subindo

workflows promovidos de degrau com gate e critério, gente nova treinada, squads novos entrando (cada expansão pode ser uma mini-residência).

/o loop entrega

curadoria da fronteira

o que saiu de novo em tecnologia e processo, filtrado com critério: o que entra no seu caminho, o que espera, o que se ignora. e o caminho atualizado conforme necessário.

critérios de saída fazem parte do contrato, não de nota de rodapé. a residência termina na data. o loop tem porta de saída trimestral sem multa e um gatilho de graduação: quando o seu time tiver operador interno de harness formado, o loop encerra ou vira advisory leve. a métrica-norte do serviço: harnesses em loop ativo operados pelo seu time.
07/por onde se entra

dois trilhos, o mesmo destino.

/trilho 1 · pós-workshop

do workshop pra residência

quem faz um workshop rabbity (produto ou marketing) sai com 2 semanas de acompanhamento assíncrono incluídas. elas mostram em miniatura o que a residência aprofunda: o time tenta no ambiente real e o especialista destrava. foi assim que esta oferta nasceu, com o case-zero de produto pedindo exatamente esse formato de trabalho.

/trilho 2 · entrada direta

do diagnóstico pra residência

sem workshop antes? a residência começa por um diagnóstico dedicado: mapa de squads, dores, maturidade. o formato sai desenhado dele, e a conversa de escopo acontece com a operação mapeada, não no achismo.

08/pra quem é

sem hype, por método.

operação construída em cima de hype apodrece rápido e cobra caro. a rabbity trabalha com números com fonte primária, trade-offs declarados e autonomia que sobe por decisão de governança, não por empolgação. é isso que produz operações sólidas e perenes: a solidez não é o freio da velocidade, é o que permite sustentar velocidade.

/como trabalhamos

números com fonte

todo número citado tem fonte e contexto. quando uma história tem leitura dupla, as duas aparecem no material, não só a conveniente.

/como trabalhamos

trade-offs declarados

o que a ia não resolve entra no material: custo de supervisão, limites dos agentes, risco real. promessa sem trade-off é sinal de alerta, inclusive a nossa.

/como trabalhamos

governança antes de velocidade

nenhum workflow sobe de degrau sem gate, eval e dono. rápido de verdade é o que não precisa voltar atrás em produção.

"o que a sua empresa entende que é genuinamente difícil de entender, e esse entendimento está ficando mais profundo a cada dia?"
jack dorsey e roelof botha · sequoia capital · 2026

usamos essa pergunta como teste de entrada. se a resposta for "nada", ia vira só história de corte de custo, e aí esta página não é pra você. a residência é pra quem quer entender a própria operação mais fundo, todo mês.
09/quem conduz

perfil de método, não de código.

o mercado montou o fde sobre um perfil de engenharia. a rabbity monta a residência sobre outro perfil, de propósito: método de produto e de marketing + implementação de ia em alta maturidade. porque o gargalo desta página não é escrever código, é fazer a operação funcionar; e o código que precisar existir já tem dono, o seu time de engenharia.

/sergio coelho

produto, marketing e operação ai-native

fundador da rabbity. mais de quinze anos em produto, marketing e estratégia digital, com passagens por times em escala e consultoria de transformação. opera ai-first no próprio trabalho todos os dias (memory · skills · protocols em loop) e conduz a residência com o mesmo método que instala: implementa ia madura dentro de times de produto e de marketing, especifica com a engenharia o que exigir código, e forma o time pra dirigir sozinho.

a regra que o próprio dorsey usa: as ferramentas constroem cerca de 80% do caminho; os últimos 20% são criatividade, gosto e julgamento. a residência é o profissional dos 20%, dentro da sua operação.
jack dorsey · entrevista oficial sequoia capital · 2026

//as outras linhas
10 /próximo passo

vamos conversar?

manda uma mensagem no whatsapp. resposta no mesmo dia útil. a conversa começa por contexto: a sua operação, onde a ia empaca hoje, o que já foi tentado. se fizer sentido, o próximo passo é o diagnóstico que desenha o formato da residência.

/o arco
diagnóstico → residência
→ o loop mensal
/a promessa
harness e autonomia,
não software e dependência
/o critério de fim
o seu time
dirige sozinho