/workshop ai-first para product management e product design · /presencial in company ou remoto

produto
ai-first

do modelo mental à prática para times de product management e product design. fundamentos com vida útil longa, a fundação e as quatro etapas do ciclo instaladas passo a passo, e o time saindo com os guias e templates para montar workspace, agentes e dashboard na segunda-feira seguinte.

5
/fundamentos com vida útil longa
4
/etapas do ciclo + a fundação, passo a passo
2
/semanas de suporte + a devolutiva
01/por que agora

a virada já aconteceu nos times que mais entregam.

entre 2023 e 2026, as ferramentas de ia para produto e design viraram infraestrutura operacional. não é evolução incremental, é descontinuidade. cinco evidências, três frentes.

o que muda não é a velocidade, é a tarefa. com a ia no fluxo de produto, lembrar vira reconhecer, redigir do zero vira compor e coordenar no improviso vira contrato. por isso é descontinuidade, não evolução: o trabalho se reorganiza, não só acelera.
donald norman · artefatos cognitivos · sintetizado em zhou et al. 2026

/01 · engenharia
uber
84%

dos engenheiros usando codificação agentic ativamente.

claude code · 70% do código em produção · ~11% sem intervenção humana.

claude code · 2025
/02 · pms
reforge
9h → 12min

prds com qualidade comparável.

45× mais rápido com o mesmo padrão de qualidade.

state of product · 2025
/03 · operação
korn ferry
10k+

colaboradores em uso real.

7 a 12 horas economizadas por semana, por colaborador.

workforce report · 2025
/04 · brasil
wow
50%

menos pessoas para chegar ao pmf entre startups que usaram ia.

97% dos fastest growers usaram ia no core do trabalho.

state of pmf · 2026
/05 · fronteira
strongdm
3 / 32k

3 engenheiros · 32 mil linhas · 3 meses.

infra enterprise · ponta extrema · sem revisão humana.

factory.strongdm · 2026
//a ideia · o agente = modelo + harness

o agente = modelo + harness.

o modelo é commodity, melhora sozinho a cada poucas semanas e todo concorrente tem o mesmo. a vantagem é o harness: as três formas de externalizar a cognição do squad, memory · skills · protocols, em volta do modelo. e quando o harness roda numa cadência, vira o loop, o horizonte.

harness
o ambiente cognitivo do agente
memoryexternaliza o estado no tempo
workspace queryabledecisõesaprendizados
recall reconhecimento
modelopesos · commodity
skillsexternaliza a expertise
procedimentoheurísticarestrição
geração composição
protocolsexternaliza a interação
agente ↔ ferramenta (mcp)agente ↔ agenteagente ↔ pessoa
ad-hoc contrato
1 loop · controle 2 sandbox · isolamento 3 gates de aprovação 4 observabilidade 5 permissões · política 6 curadoria de contexto

o harness governa a execução por um punhado de dimensões, controle e gates, observabilidade, permissões, curadoria de contexto. é isso que o dia 2 instala no squad.

o que move a agulha é o método escrito, não o modelo sozinho: na mesma tarefa, mesmo modelo e mesmas fontes, a acurácia vai de 21% a >95%, a única variável é o harness.
fonte: anthropic engineering · self-service data analytics · 2026

"my job is to write loops."boris cherny, criador do claude code · anthropic · o loop é o horizonte

//como o método se constrói

a anatomia do workshop.

o método se constrói em camadas, contexto, ferramentas, a espinha e o sistema, e o mural do squad atravessa os dois dias, preenchido à medida que o time avança. o dia 1 ensina o harness; o dia 2 o instala, etapa por etapa.

dia 1 · o método~8h · handbook de consulta · do contexto ao sistema
/camada · 01 contextopor que agoraa virada de chave: o gargalo do produto mudou de lado, de entregar para identificar e validar.
/camada · 02 ferramentaso vocabulário comumagente = modelo + harness, externalizado em memory · skills · protocols, e o estado da arte das ferramentas.
/camada · 03 espinhao ciclo, não a esteiraopportunity → assessment → test → measure, com dados e outcomes atravessando as quatro, e o que externalizar em cada uma.
/camada · 04 sistemao método inteiroa matriz mestre, como a memória escala, a governança dos riscos e o playbook das 2 semanas.
/transversal · atravessa os 2 diaso mural do squadum único mapa, 4 etapas × 3 camadas, que o squad preenche junto. não são exercícios soltos: é o retrato vivo da operação do time sendo construído.
dia 2 · a instalação~4h30 · passo a passo, ilustrado · a fundação + as 4 etapas
/a fundaçãoo workspaceo conhecimento do time queryable, onde todas as etapas escrevem e leem.
/etapa 01opportunitydescobrir e qualificar o problema certo.
/etapa 02assessmentda aposta validada à spec executável.
/etapa 03testvalidar a hipótese com o menor experimento.
/etapa 04measuremedir o outcome e realimentar o ciclo.

esta é a planta dos dois dias. a seguir, cada um por dentro: o dia 1 camada a camada, o método, e o dia 2 etapa a etapa, a instalação.

02/o dia 1, por dentro

o dia 1: o método, camada a camada.

o dia 1 não é palestra, é o método sendo construído em quatro camadas, do contexto ao sistema. cada uma com um objetivo claro e o que o time leva pra cabeça.

01 contexto objetivo
destravar a mentalidade
por que agora a abertura nivela a sala e dá segurança pra experimentar; os três receios sobre ia no trabalho de produto, e as respostas; e a virada de chave: o gargalo do produto mudou de lado, de entregar para identificar e validar.
abertura + glossário mínimo prompt → contexto → harness → loop o gargalo mudou de lado régua copilot → autopilot
02 ferramentas objetivo
instalar a linguagem e ver o estado da arte
o vocabulário comum a base conceitual que sustenta tudo, agente = modelo + harness, externalizado em memory · skills · protocols; o ecossistema de ferramentas reais; e o espelho: a própria operação do time lida por essa arquitetura, com o gap entre eng e produto.
memory · skills · protocols input → output → gate o estado da arte das ferramentas o espelho da operação
03 espinha objetivo
percorrer o ciclo e ver o que externalizar
o ciclo, por dentro depois da bússola, outcomes, a OST como memória viva, dados, o ciclo é percorrido etapa a etapa, e cada uma fecha mostrando como vira um agente (memory · skills · protocols), separando o que o time já faz do que vale instalar.
a bússola · outcomes · OST · dados opportunity assessment test measure cada etapa vira um agente
04 sistema objetivo
juntar tudo num sistema só
o método inteiro o zoom-out, a matriz mestre (ciclo × externalização) mostra o método de uma vez; como a memória escala entre pessoas e no tempo; a governança honesta dos riscos; e o playbook das 2 semanas que abre a ponte pro dia 2.
a matriz mestre escala · entre pessoas · no tempo governança dos riscos o playbook das 2 semanas
os 5 fundamentos são o que fica depois do dia 1, vida útil longa enquanto as ferramentas mudam em semanas. atravessam as quatro camadas; cada um com vocabulário, exemplo e critério de uso.
/f1delegaçãointeligência × julgamento: o que o agente executa, o que fica com você.
/f2prd executávela spec que o agente lê e executa, a primitiva sdd que atravessa o ciclo.
/f3dados → decisãoa pergunta certa vira análise sem fila; a leitura, decisão com proveniência.
/f4validaçãoa ia tria e instrumenta; o gate humano valida. cenários como holdout.
/f5vocabulárioos termos calibrados do squad ai-native, o que cada peça é e quando usar.
03/o dia 2, por dentro

o dia 2: a fundação + as quatro etapas, instaladas passo a passo.

depois do dia 1, o dia 2 por dentro: o método vira configuração, e cada etapa é montada na mesma anatomia, bússola → input → dois núcleos (produzir + decidir) → output → você leva, com a memory, as skills e os protocols que a fazem rodar com um agente. ilustrada em slides, com as telas reais e o guia para o time replicar no próprio contexto.

as etapas não são ferramentas soltas: juntas elas formam o harness do squad, o ambiente que coordena memória (workspace, dashboards), procedimentos (specs) e conexões (mcp) em volta do modelo. o modelo é o motor; o harness é o resto do carro, e é ele que separa demo de operação.
"melhores agentes não são melhores raciocinadores; são sistemas cognitivos melhor organizados" · zhou et al. · externalization in llm agents · 2026

/a fundação · memory

o workspace

o conhecimento do time queryable, legível por gente e por agente, é onde todas as etapas escrevem e leem. as quatro etapas operam em cima dela.

01 opportunity bússola
o problema certo
sinais · OST reunir sintetizar opportunity-spec.md
/núcleo a · reunir o sinalgather

conectores puxam sinais de uso, pesquisa, tickets e funil, em escala, com fonte rastreável.

/núcleo b · sintetizarsynthesize

o agente dá forma ao padrão e propõe o problema; o time decide o que vale virar aposta.

memory discovery · decisões · OST viva · skills brief de pesquisa · síntese · protocols conectores de fontes (mcp)
02 assessment bússola
a aposta vale?
opportunity-spec avaliar decidir · gate prd-executavel.md
/núcleo a · avaliaros 4 riscos

valor, usabilidade, viabilidade técnica e de negócio, cada um setado pelas três camadas.

/núcleo b · decidirkill-or-sharpen

o gate humano: mata, afia ou segue. o que sobrevive vira o prd executável.

memory padrões · ADRs · apostas · skills avaliar os 4 riscos · protocols github · figma · analytics (só-leitura)
03 test bússola
o menor teste que valida
prd-executavel planejar entregar & validar · gate aprendizados.md
/núcleo a · planejarprd → epics → stories

o agente decompõe a spec em cards executáveis; o time prioriza o menor experimento que decide a aposta.

/núcleo b · entregar & validaro loop, 2 gates

build → code review → story test → release. o build é da eng; o produto orquestra e lê o resultado.

memory backlog versionado · skills decomposição prd → stories · protocols linear/jira · figma · playwright
04 measure bússola
moveu o ponteiro?
aprendizados instrumentar ler & decidir · gate outcome.md ↻
/núcleo a · instrumentaros 4 sinais

comportamento, negócio, financeiro e sentimento, lidos por um dashboard vivo que se atualiza sozinho.

/núcleo b · ler & decidira hipótese validou?

o agente lê o readout; o time declara o veredito contra o critério de sucesso da aposta, e realimenta o ciclo.

memory live artifact (dashboard vivo) · skills análise recorrente agendada · protocols analytics · stripe · bigquery
/o fio sdd · a spec é o que comanda, cada etapa entrega o arquivo que a próxima lê e executa
opportunity-spec prd-executável aprendizados outcome ↻ realimenta opportunity
//o mural do squad

a prática que vira o diagnóstico do squad.

os exercícios não são drills soltos. são o preenchimento progressivo de um único mapa, 4 etapas × 3 camadas: onde cada etapa trava hoje, o artefato que ela produz e o que dá pra externalizar. ao fim, o mapa cheio é o retrato real da operação do time.

/o mapa · 4 etapas × 3 camadasopportunity · assessment · test · measurelinhas: onde trava · o artefato · o que externalizar. preenchido no dia 1 com fluência; configurado com precisão nas 2 semanas seguintes.
/no dia 1

fluência

o squad preenche o topo do mapa, onde cada etapa trava hoje. leve, sem configurar ainda: o objetivo é fluência no vocabulário e no diagnóstico, com o template como guia.

/nas 2 semanas de suporte

precisão

no acompanhamento assíncrono o time sai da fluência e vai pra precisão: configura de verdade a memory, as skills e os protocols de cada etapa, preenchendo cada célula com o que foi de fato instalado.

/o fechamento

a devolutiva

a sessão de fechamento lê o mapa cheio junto e fecha o ciclo. o mapa preenchido com precisão = o harness do squad instalado.

o arco do projeto: fluência no dia 1 → precisão nas 2 semanas → a devolutiva fecha. o modelo é commodity; o harness do squad é a vantagem.

/01 · no workshop

montado

o time sai com o mapa e os templates do harness de cada etapa.

/02 · nas 2 semanas

instalado

acompanhamento assíncrono pra rodar no fluxo real, configurando cada célula.

/03 · o fechamento

a devolutiva

a sessão que lê o mapa do squad preenchido com precisão.

/04 · o horizonte

o loop

o harness rodando numa cadência, com o gate humano sempre presente.

04/metodologia

ciclos curtos. o time leva infra, não anotações.

cada bloco segue o ciclo fundamento → passo a passo ilustrado → prática guiada → síntese. nenhum bloco é palestra, o time sai com o harness montado e o mapa do squad em mãos.

/01 preparação prévia

contexto real, antes do workshop

sessão online de uma hora com a liderança de produto para entender contexto do time: design system, fluxos críticos, personas, métricas que importam, dores atuais e prioridades do trimestre. todo o material do workshop é calibrado nesse insumo, e o time recebe antes o material de estudo pré-workshop (rabbity.co/letramento) pra nivelar a sala.

/02 contexto calibrado

material sob medida, não genérico

cada exemplo, cada etapa e cada exercício do workshop é calibrado no produto e nos workflows reais do time. o que sai do workshop é aplicável na segunda-feira porque foi construído em cima do que o time faz, não do que um material padrão sugere.

/03 acompanhamento assíncrono

duas semanas pós-workshop

canal direto com a facilitação para destravar o time enquanto a operação ai-native ganha tração, perguntas, ajustes de config, validação de novos workflows.

/04 saídas concretas, não slides

infra montada, não promessas

ao final, o squad tem o harness das quatro etapas montado: workspace queryable na fundação, agentes de discovery e de dados, prd executável, protótipo validado e dashboard vivo com fontes reais conectadas.

05/o horizonte

três camadas da transição ai-native.

o workshop é a primeira camada. as outras existem como caminho coerente, não como compromisso. nenhuma delas além da primeira precisa ser decidida agora.

01
agora · semanas a 3 meses
este workshop está aqui

adoção operacional

o time de produto opera no padrão executor + advisor com sdd, infraestrutura configurada e ferramentas integradas. cada pm e designer com workspace queryable, agente de análise, design system claude design e live artifact pessoal de tracker de adoção.

02
6 a 18 meses
próximo passo natural

closed-loop e empresa legível

cada processo importante captura artefato que alimenta camada de inteligência que se auto-melhora. open-loop vira closed-loop. y combinator chamou essa camada de "company brain": extrai conhecimento fragmentado dos sistemas e do time, estrutura como skills file, agentes operam de forma confiável.

diana hu · yc · 2026 · request for startups
03
18 a 36 meses
decisão estratégica

intelligence layer e world model

não é camada técnica. é decisão de tese de empresa. capabilities atômicas, world model por cliente, intelligence layer que compõe soluções proativamente. atlassian: alguns times produzem 2-5x mais output operando como orquestração de agentes. "two-pizza teams viraram one-pizza teams" em uma empresa de 200 anos.

block + sequoia · mar/2026 · atlassian · pragmatic summit · fev/2026

os próximos passos podem se desdobrar como acompanhamento de adoção, consultoria ai-native por squad, workshop executivo ou discovery de oportunidades. a depender de onde o time quiser priorizar.

06/quem facilita

facilitação especializada, calibrada no contexto do time.

/sergio coelho

produto + infra ai-native

fundador da rabbity. mais de quinze anos em produto e estratégia digital, com passagens por times de produto em escala e consultoria de transformação. especialista em sdd, padrão executor + advisor, design system como infra e infraestrutura ai-native para times de product management e product design. opera diariamente no método que ensina, e leva esse método para o workshop com o material calibrado no contexto do time.

//as outras linhas
07 /próximo passo

vamos conversar?

manda uma mensagem no whatsapp. resposta no mesmo dia útil. a conversa começa por contexto: o time de product management e product design, o momento, o que está engargalando, o que se quer destravar. depois disso, se fizer sentido, mando a proposta calibrada.

/formato
1,5 dia · presencial in company
ou remoto
/preparação
1h prévia
+ 2 semanas de acompanhamento
/método
ciclos curtos
contexto calibrado · saídas concretas